Palácio Marques de Pombal
O Palácio
do Marquês de
Pombal encontra
uma outra denominação, a de Palácio do Conde de Oeiras.

O Palácio do Marquês de Pombal constitui um exemplo de referência da
casa senhorial do século XVIII do estilo barroco e rococó.
O Palácio do Marquês de Pombal é considerado um marco da vila de Oeiras e um dos paços mais belos de Portugal, com
grandes e curvilíneas escadarias de pedra.
História do
Palácio

O Palácio do Marquês de Pombal foi palco de veraneios do
rei D. José I e da sua família, nos verões de 1775 e 1776.
Era nos jardins à volta do palácio
que se davam os eventos culturais, como teatro, música e bailado, especialmente
na estação quente.

Localiza-se na grande quinta
senhorial, com jardins magníficos, de inspiração fantasiosa. O palácio e os
jardins possuem estuques, estátuas e azulejos, elementos arquitetónicos e
artísticos muito raros e belos.

De traçado inicial com uma geometria
rigorosa feita para estruturar a propriedade rural com os jardins e matas, mais
recreativas.
Na denominada Quinta de Baixo
encontrava-se o palácio, os jardins, o celeiro e a adega.

Na Quinta de Cima ficava a Casa da
Pesca e a Cascata do Taveira. Esta propriedade era a eleita para fazer a
reprodução do bicho-da-seda.
Numa terceira quinta, a Quinta do
Marco, havia terrenos de cultivo, vinhas, olivais e árvores de fruto.
Era habitual, no século XVIII, a
manutenção de quintas como espaços de lazer e de cultivo. No presente, só um
edifício atesta a sua existência.

Assim, a Quinta de Baixo foi comprada
pela Fundação Calouste Gulbenkian; a Quinta de Cima foi comprada pelo Estado.
Mais tarde, tornou-se na Estação Agronómica Nacional.

Ao lado da entrada para o palácio
fica a Capela do Solar, dedicada a Nossa Senhora das Mercês, com 3 altares e a
representação da vida da Virgem, concluída em 1762.
Atualmente, o Palácio, a Casa da
Pesca e a Cascata estão classificados como Monumento Nacional.
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