rEGIÃO ALENTEJO
SUB REGIÃO ALTO ALENTEJO
DISTRITO PORTALEGRE
CIDADE PORTALEGRE
FREGUESIA UrraBrasão
Escudo de prata, uma infusa de vermelho entre uma espiga de trigo à dextra e um ramo de sobreiro à sinistra, ambos de verde; em chefe, uma vieira de vermelho. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro em maiúsculas : “ URRA “.
A vieira - Representa Santiago – orago da freguesia.
A infusa - simbolizando a dádiva do leite na noite de Santo António.
A espiga de trigo e o ramo de sobreiro - Simbolizando as culturas de cereais e vegetação da região.
A infusa - simbolizando a dádiva do leite na noite de Santo António.
A espiga de trigo e o ramo de sobreiro - Simbolizando as culturas de cereais e vegetação da região.
Também existem vestígios da presença romana, com cerâmicas à superfície. O padre Sotto Maior fala em terem sido encontradas moedas do tempo de Júlio César em São Tiago de Caiola. A igreja da São Tiago de Caiola data do século XVI e sofreu posteriores remodelações.
Bandeira
De verde, cordões e borlas de prata e verde. Haste e lança de ouro.
A Urra é uma freguesia portuguesa do concelho de Portalegre, com 129,56 km² de área e 2.117 habitantes (2001). Densidade: 16,3 hab/km².
Monte dos Apóstolos
O nome deriva, provavelmente, do latim horreum, que significa tulha, celeiro. Resultou da fusão das freguesias de Urra e de Caiola. Nesta freguesia encontram-se alguns dos mais antigos testemunhos da ocupação humana, concretamente exemplares da indústrias líticas (de pedra) na estação paleolítica do Monte da Faia e da Tapada do Falcão, e as antas de Entre-as-Ribeiras, do Campino da Abrunhosa, dos Fajardos e das Cabeceiras.
Também existem vestígios da presença romana, com cerâmicas à superfície. O padre Sotto Maior fala em terem sido encontradas moedas do tempo de Júlio César em São Tiago de Caiola. A igreja da São Tiago de Caiola data do século XVI e sofreu posteriores remodelações.
Monte dos Apóstolos
Estilo, história, qualidade e tranquilidade são, entre muitos outros, atractivos suficientes para visitar e permanecer no Monte dos Apóstolos. Casa apalaçado do início do século XIX cheia de estilo, situa-se na tranquila Freguesia de Urra onde a atmosfera acolhedora permite escapar às preocupações da vida citadina e apreciar uma paisagem de grande beleza natural.
No limite sul da área urbana da Freguesia de Urra localiza-se o Monte dos Apóstolos. Um monte familiar herdado, em 1965, por Manuel Elias Romão Martins que, desde os anos 90, reabilitou todo um importante conjunto arquitectónico de elevado valor patrimonial, dotando-o de óptimas condições para a actividade turística.
Como recorda o proprietário e obreiro desta unidade de turismo rural, comecei por preservar a parte agrícola que hoje alimenta 130 vacas e 150 ovelhas, e também o edifício para não ruir.
Alguns anos depois, e já na reserva, o capitão regressou às suas origens e decidiu avançar com o projecto de turismo rural que já tinha em mente. No S. Martinho de 2000 o turismo rural do Monte dos Apóstolos é inaugurado como uma aposta no contexto de uma complementaridade à actividade agrícola.
Nesta casa apalaçada onde é possível apreciar uma paisagem de grande beleza natural constituída pelo seu imenso sobreiral encontramos, no edifício principal, uma suite e cinco amplos quartos. Aqui, os quartos foram baptizados com nomes dos familiares do proprietário, e apenas um fugiu à regra. Manuel Elias foi buscar a designação a um episódio passado no Monte, e atribuiu a este quarto o nome do poeta José Régio.
Note-se que houve a preocupação de proporcionar a circulação de deficientes, com rampas no rés-do-chão, elevador e quarto com WC adaptado.
Já no local onde em tempos existiu uma antiga malhada de porcos situam-se dois quartos e duas suites, cujos nomes estão relacionados com as tonalidades com que as habitações foram decoradas.
Note-se que houve a preocupação de proporcionar a circulação de deficientes, com rampas no rés-do-chão, elevador e quarto com WC adaptado. Já no local onde em tempos existiu uma antiga malhada de porcos situam-se dois quartos e duas suites, cujos nomes estão relacionados com as tonalidades com que as habitações foram decoradas.
O Monte dos Apóstolos dispõe ainda de duas amplas salas de convívio; um bar onde existe ainda um antigo forno a lenha, e uma piscina de água salgada, adequada para adultos e outra para crianças.
Com uma área muito extensa, há muito para fazer no Monte dos Apóstolos, sendo que os hóspedes podem usufruir de passeios pedestres, equestres e de moto4 pelo monte, circuitos pedestres, de bicicleta ou de trem.
Para ter capacidade de resposta para casamentos, Manuel Elias Martins investiu ainda numa cozinha semi-industrial, até porque no seu Monte existe uma capela muito antiga, que serviu de armazém desde a quedada Monarquia, e que agora recuperou com vista a poder também realizar matrimónios. Tentamos criar aqui as melhores condições possíveis dentro das limitações das possibilidades financeiras para atrair e fidelizar os clientes, assegura o proprietário, realçando que o seuturismo rural tem a vantagem de estar no campo sem ter o seu inconveniente que é o isolamento.
Nesta casa repleta de estilo e onde a atmosfera acolhedora permite escapar às preocupações da vida citadina, respira-se tranquilidade e bem-estar. As portas estão abertas para bem receber quem queira conhecer este monte que já foi pertença da Monarquia.


Gastronomia
Sopa de Sarapatel
Ingredientes:
Fressuras de borrêgo
Sangue de borrêgo cozido (facultativo, quase impossível de obter)
Banha de Porco
Azeite Virgem
Cebola
Alho
Louro
Colorau
Pimenta em grão
Piri-piri
Hortelã
Cominhos
Vinagre
Pão
Vinho branco
Preparação:
Fressuras de borrêgo
Sangue de borrêgo cozido (facultativo, quase impossível de obter)
Banha de Porco
Azeite Virgem
Cebola
Alho
Louro
Colorau
Pimenta em grão
Piri-piri
Hortelã
Cominhos
Vinagre
Pão
Vinho branco
Preparação:
1. Faz-se um refogado com banha, azeite, cebola picada, alho, louro, colorau, pimenta em grão, piri-piri em baga, a gosto, um ramo de salsa e as fressuras de borrego cortadas em pedacinhos muito pequenos.
2. Depois de tudo estar bem refogado, rega-se com vinho branco e água, põe-se ao lume em panela tapada até as carnes estarem bem cozidas (vê-se pela tenrura do coração),.
3. Assim que tudo estiver cozido, tempera-se com um ramo de hortelã, cominhos esmagados e um golpe de vinagre,
4. deixa-se ferver mais um pouco e adiciona-se, se tiver sido possível arranjar, o sangue do borrego, previamente cozido e esfarelado.
5. Entretanto, corta-se o pão às fatias para uma terrina e, por cima, colocam-se novos raminhos de hortelã e algumas rodelas de laranja cortadas finas e com casca, regando-se tudo com o caldo preparado.
6. Abafa-se bem e, no momento de servir, enfeita-se a superfície com mais rodelas de laranja.





















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