quarta-feira, 27 de julho de 2011

CAGOTES - DOCES

Cagotes
Felicia Sampaio
Editora Culinária do Roteiro Gastronómico de Portugal
Ingredientes: 
  • 6 ovos
  • 500 grs. de açúcar
  • 1 colher de sopa bem cheia de azeite
  • 5 dl de leite gordo
  • sumo de 1 laranja
  • 1 colher de café de bicarbonato de sódio
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó
  • farinha q.b.
Confecção:
1.  Junte todos os ingredientes, que devem ser bem batidos.
2.  Acrescente a farinha necessária até poder talhar.
3.  Com a ajuda de uma colher fazer as broinhas elevando o mais possível do feitio de um monte e
4.  colocar em tabuleiros untados com manteiga e polvilhados de farinha.
    5. Leve a cozer em forno quente.

CLAUDIA LEITE - BOLA DE SABAO






GAIVINA DE FORSTER - AVES DE PORTUGAL



Gaivina de Forster
Sterna forsteri



Identificação
Caracteriza-se pela plumagem branca, com uma máscara preta na face. Pode fazer lembrar uma
andorinha-do-mar-comum, distinguindo-se desta espécie pelas asas mais longas e pela bifurcação mais
pronunciada na cauda.

As observações desta espécie encontram-se sujeitas a homologação pelo Comité Português de Raridades.
Até final de 2005 foram homologadas duas observações em Portugal Continental:
·       1993, 31-Dez, Sapal de Castro Marim, P Holt, CC Moore (Airo 6-1,2)
2003, 12-Fev, Porto da Fuseta, Olhão, 1º inverno, R Millington (Anuário 3)

CARLOS GARCIA DE CASTRO - FIAT


Fiat

Bonecos meus parados a fitar-me,
quando vos saúdo e penso, se lá passo.
Tristeza de infindo a apavorar-me,
o rosto envergonhado de um só traço.
Levados estendidos em cortejo
braços tomados, lenha dos ciprestes,
o retrato mais distante em que me vejo,
limo que existe e passa no presente.
Fala sem voz, um gesto inanimado,
exacta, necessária, interminável,
que o génio dum Poema plagiado
deixou para o que fosse insondável.

E as frontes?
Únicas certeza universal
que, mesmo duvidosa do Princípio,
iguala de mãos presas o diverso.

O mito do amor é salvação...

BUCKED - UP FIZZ- coquetel

Bucked-Up Fizz
Ingredientes:
- 2 oz (50ml) de suco de laranja
- 1 oz (25ml) de vodka
- champagne
Modo de preparar:
1.   coloque o suco de laranja e a vodka em uma taça de champagne
complete com champagne gelado e sirva

FREGUESIA DE RAPA


rEGIÃO      centro
SUB  REGIÃO   beira interior
DISTRITO guarda
CIDADE    colorico da beira
FREGUESIA   Rapa

"Quem vai a Rapa, de lá voltar não escapa"


Heraldica

Brasão:
 Escudo de ouro, com uma árvore arrancada de verde; acantonadas em chefe, duas máscaras de teatro, a da dextra de vermelho e a da sinistra de negro. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: «RAPA


Bandeira:
Verde. Cordão e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro



Selo:
 Nos termos da Lei, com a legenda: «Junta de Freguesia de Rapa - Celorico da Beira»




DESCRIÇÃO HISTÓRICA
Situada na costa do planalto Beirão, a Rapa aparece com todo o seu encanto na Estrada Municipal n.º 557, que liga a Celorico da Beira.


A freguesia da Rapa é constituída
unicamente pelo aglomerado populacional do mesmo nome, confrontando a Norte e a Oeste com as freguesias de Lajeosa do Mondego, Vale de Azares, Cadafaz e Prados no concelho de Celorico da Beira, e a Sul e Este com as freguesias de Mizarela e Aldeia Viçosa no concelho da Guarda, ficando no extremo do concelho de Celorico da Beira.
Tendo por perto o castro de Monte Verão, a Rapa terá tido a sua origem nas imediações dessa primitiva povoação fortificada habitada por povos ancestrais.
D. Dinis, teve aqui aldeias e casais que doou a um clérigo por serviços prestados à nação. Foi um priorado da apresentação do Marquês de Gouveia e do padroado real.
Dizem os antigos que a Rapa teve outra designação, que dava pelo nome de Vila de Rodalhos (Vila Quinta Romana, significando "rodalho", um disco de madeira com o qual se modelam peças de louça). Como e porquê terá deixado de ser Vila dos Rodalhos, não se sabe.

A freguesia da Rapa possui no presente, um dinamismo de algum modo invejável por muitos aglomerados do Maciço da Serra da Estrela.


 O teatro, com tradições de há mais de cem anos, é o orgulho dos seus habitantes, fazendo "subir o pano" na freguesia e em redor dela. Fundado pela "Poetisa das Beiras", D. Maria José Furtado Mendonça, natural da Rapa, que se escreveu com Camilo Castelo Branco e autora do livro



"Flores de Inverno", bem como dos dramas que o teatro da Rapa tem levado à cena: "Ressureição de Cristo", "Sto. António" e "S. Sebastião", e as comédias: "Corrida do Galo" e "Guarda Sol"


 O sector primário é a actividade que absorve a maior parte da população activa da freguesia. A olivicultura é dentro do sector uma actividade com algum peso, e a testemunhá-lo está o lagar da Rapa, ainda hoje a laborar, rodeado de uma animação que se repete anualmente, produz do melhor azeite da região.
 A Rapa, como freguesia da Serra da Estrela, é também uma das freguesias responsáveis pela produção do bom queijo da Região, existindo vários produtores e queijarias devidamente credenciadas.
Outras profissões, algumas bem antigas, como a de sapateiro, carpinteiro e serralheiro, ou outras mais modernas como a de pintores e electricistas são também actividades a que se entregam as gentes desta terra. A construção civil é ainda outra actividade que absorve mão de obra desta freguesia.
A freguesia apresenta ainda condições suficientemente atractivas para a fixação de casais jovens, responsáveis pelo aumento de crianças e jovens da Rapa, alterando deste forma um destino que há pouco tempo parecia irreversível.

Aldeia rica em tradição oferece ainda ao visitante a sua tipicidade graças às suas gentes e actividades, como as lagaradas ou os tradicionais jogos populares nas tardes de Domingo

Patrimonio Arqueologico



Moinhos de Água (recuperados);




Capela Brasonada dos Sousas; Castro do Monte Verão (já pouco reconhecível);
Lagareta e Sepultura cavada na rocha;
Casa com varanda de madeira e alpendre de influência mediterrânica trazida pelos Romanos, uma fonte artística com data de 1715 e uma fonte de mergulho.


Interesse Turistico
Serras:

Serra do Monte Verão e do Sequeiro – Serra da Estrela;



Ribeiras:

 Ribeira da Cabeça Alta








Fauna:

Coelhos; Perdizes; Javalis; Raposas e Gato Brava







Flora:

Oliveira; Castanheiro; Pinheiro Bravo; Carvalho;







Outros:

muitas árvores de fruto como: cerejeira; ginjeira; figueira; macieira; pereira; pessegueiro; ameixieira, etc.




Patrimonio Arquitetonico
Igreja Matriz:
 a Igreja Matriz é dedicada ao orago Stº André. Não se sabe quando foi construída mas no púlpito tem a data de 1698. Tem cinco altares e todos eles obedecem mais ou menos ao estilo barroco.

Capelas:

possui a capela de Stº André orago da Freguesia, que foi construída recentemente em pedra no lugar onde antigamente, existiu a capela de S. Sebastião e existia nas Lajes a Capela de Nª Sr.ª do Socorro (já profanada)


Nichos/Alminhas:
a Rapa tem um nicho à ribeira de Nª Sr.ª dos Caminhos e tem sete alminhas: três esculpidas em pedras soltas, uma esculpida numa rocha grande e três cruzes.
FoChafarizes: ntes
tem uma fonte de mergulho, uma bica simples, uma fonte artística e dois chafarizes na povoação, um chafariz no bairro de Stº André e outro nos moinhos.
Fornos Comunitários:
 há um forno comunitário na povoação e outro mais pequeno nos moinhos.
Cruzeiros:
ao lado da capela de Stº André há o Cruzeiro da Independência cuja base é um amontoado de pedras soltas levadas para o local em procissão pelas pessoas da freguesia. Há também um Calvário onde terminam os passos no Domingo de Passos e no Sábado da Aleluia.
Casas Senhoriais:
na Rapa só havia a Casa da Cerca à qual pertencia a Capela Brasonada dos Sousas. Essa casa tem vindo a cair aos poucos e apenas existe uma pequena parte.
Há ainda a Casa e o quintal da Poetisa da Beira, em reconstrução e a Quinta da Granja pertencente à mesma família e que tem uma árvore centenária plantada por D. Francisco Ferreira da Silva, 1ºBispo de Moçambique.





Patrimonio Cultural
Grupos Musicais – Folclóricos

Teatro:

 há um grupo de Teatro Furtado Mendonça com mais de cem anos. Este grupo de teatro foi criado por D. Maria José Furtado Mendonça, a Poetisa da Beira e autora de várias peças sacras, continuando pela sua filha D. Maria Angélica e mais tarde por Manuel dos Santos.



Artesanato:

havia nesta freguesia vários artesãos mas presentemente há apenas um sapateiro e uma artesã que faz objectos de bracejo. Há também quem faça tapetes de Arraiolos, rendas, bordados e tricô.

Actividades Culturais:
 feiras de tradições; representações teatrais; exposições e alguns concertos de banda filarmónica.
Entidades
Breve descrição da Associação de Solidariedade Social da Rapa

Breve descrição da Associação Cultural e Desportiva da Rapa
Equipamentos
a)Lazer
Campo de Futebol - localizado no Bairro de Stº André
Polidesportivo - localizado no Bairro de Stº André
Salão de Festas Cultural e Recreativo - Localizado na Rapa, Povoação Antiga
b)Culturais
Há uma pequena biblioteca localizada na sala do Teatro
Museu da Rapa – Moinho Água
Forno Comunitário para fabrico de pão, etc



 

terça-feira, 26 de julho de 2011

26 DE JULHO - DIA DAS AVOS


Dia das Avós
Hoje, 26 de julho, é o Dia Nacional dos Avós. Um pouco por todo o país se celebra esta data mas Penafiel assinalou o dia de forma especial, reunindo cerca de 3000 avós para homenagear Ana Elisa Couto, a mentora deste conceito.

No Parque da Cidade, em Penafiel, realizou-se esta terça-feira um dos maiores encontros de avós do país. O evento contou com cerca de 3000 avós, para celebrar o dia e homenagear a mulher que lutou pela instituição desta data.

Ana Elisa Couto, mentora deste Dia Nacional dos Avós e original de Penafiel, passa assim a ter uma estátua na cidade que a viu nascer. O evento contou ainda com música e animação.

Naquele que será o maior encontro de avós do país, esteve também presente o Bispo do Porto. Numa missa campal, D. Manuel Clemente referiu, citado pela Lusa, que "a família e muitas vezes os avós são o único apoio para situações complicadas".

 
Ana Elisa Couto
 
A ideia da criação deste dia remonta a 1986, quando esta mulher de Penafiel chegou mesmo a escrever diversas cartas para o Papa João Paulo II, a vários Primeiros-Ministros e mesmo a Presidentes da República como Mário Soares ou Jorge Sampaio, apelando à criação do Dia dos Avós.

Ana Elisa Couto, com seis netos, viu o seu projeto ir para a frente em 2003, quando a Assembleia da Republica aprovou e institui o Dia Nacional dos Avós. Esta avó faleceu em 2007, com 81 anos, celebrando-se hoje esta data em sua memória