domingo, 3 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
FREGUESIA DE TORNADA
REGIÃO CENTRO
SUB REGIÃO OESTE
DISTRITO LEIRIA
CIDADE CALDAS
DA RAINHA
FREGUESIA TORNADAescudo de prata, barra ondada de verde carregada de uma burela ondada de prata, acompanhada em chefe de uma coroa antiga, aberta, de azul, com pedraria e, em ponta, de um camaroeiro de vermelho com ferragens de prata realçadas de negro. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: «TORNADA».
verde. Cordão e borlas de prata e verde. Haste e lança de ouro.
nos termos da Lei, com a legenda: «Junta de Freguesia de Tornada - Caldas da Raínha»
História
Tornada é uma freguesia portuguesa do
concelho de Caldas da Rainha, com
19,82 km² de área e 3 561 habitantes (2011). Densidade: 179,7 hab/km².
Situada a 5 km a norte da sede do concelho, é limitada a norte pelas
freguesias de Alfeizerão (concelho de Alcobaça)
e Salir do Porto, a sul
pelas freguesias de Nossa
Senhora do Pópulo e Santo Onofre (as duas freguesias da cidade de
Caldas da Rainha), a leste pelas freguesias de Salir de Matos e Coto, e a oeste pela freguesia da Serra do Bouro.

Situada em terrenos planos e férteis, é atravessada pelo rio de Tornada, que desagua no Oceano Atlântico, na baía de São Martinho do Porto.
A freguesia de Tornada inclui os aglomerados populacionais
de Tornada, Campo, Chão da Parada, Reguengo da Parada, Casais dos Morgados,
Mouraria, Casais do Rio do Peixe e Casais do Vau.
O local era habitado quando da Invasão romana da península Ibérica, situado na via que ligava Coimbra a Torres Vedras. Na Idade Média, tinha o nome de Cornagaa, pertencendo ao termo de Óbidos, próxima do limite deste com os coutos de Alcobaça.
Com a fundação do Hospital de Nossa Senhora do Pópulo pela Rainha
D. Leonor, esposa de João
II de Portugal, Tornada iniciaria o processo de aproximação a Caldas
da Rainha. D. Leonor deixaria em testamento ao hospital as rendas de terras
situadas em Tornada de que era possuidora, entre as quais o então designado
Paul da Boa Vista do Extremo. A expansão territorial dos coutos de Alcobaça
para sul seria travada em Tornada, por sentença dada por D. Leonor em 1490.
Existia nesta época uma cultura florescente de linho para
fins artesanais, comércio de cereais e vinha, extração de sal e madeira, além
da construção naval. A produção era escoada pelo porto fluvial de Tornada.
Com a reforma administrativa do século XIX, a freguesia
de Tornada passou a integrar o concelho de Caldas da Rainha (1835). A proximidade da sede do concelho e a
passagem pela freguesia da estrada que liga Caldas da Rainha a Alcobaça, Nazaré, Leiria e
ao norte de Portugal, e mais tarde da auto-estrada do Oeste (A8), originaram um
significativo crescimento populacional e econômico. Por esse motivo, é por
vezes incluída, no todo ou em parte, na área urbana de Caldas da Rainha.
Património:
IGREJA MATRIZ
Padrão do cemitério velho
- Outros Locais:
- Lugar da Encosta da Tornada
- Paúl de Tornada
Gastronomia
Bacalhau Assado no
Forno com Batatas a Murro
Ingredientes
Ingredientes
- 2 Postas médias de bacalhau
- 500g de batatas pequenas
- 4 Dl de azeite
- 1 Cebola média descascada
- 1 Dente de alho pequeno
- Sal q.b.
Modo de Preparo
1.
Coloque o azeite num
tacho com o dente de alho laminado deixe alourar um pouco.
2.
Estando louro retire
o alho e reserve.
3.
Seque muito bem as
postas de bacalhau que devem estar demolhadas.
4.
Coloque numa
assadeira algumas rodelas de cebola cortada às lâminas finas e as postas de
bacalhau,
5.
Regue com o azeite e
disponha a restante cebola por cima.
6.
Leve ao forno a
temperatura média.
7.
Lave as batatas
muito bem coloque-as numa assadeira e salpique com sal.
8.
Leve a assar o tempo
que achar necessário, mas em temperatura média para que fiquem bem assadas por
dentro, mas sem tostar.
9.
Estando tudo assado
dê um murro nas batatas com cuidado para não se queimar.
10.
Disponha no prato o
bacalhau com as batatas.
11.
Regue com o azeite,
se gostar sirva acompanhado com broa de milho e uma salada a seu gosto.
12.
Acompanhe com
pão
TRAVESSEIROS DE SINTRA
Travesseiros de Sintra
Ingredientes
400g de massa
folhada
Recheio
100ml de água
300g de açúcar
150g de amêndoa triturada sem pele
1 colher (chá) de canela
4 gemas
açúcar de confeiteiro para polvilhar
Recheio
100ml de água
300g de açúcar
150g de amêndoa triturada sem pele
1 colher (chá) de canela
4 gemas
açúcar de confeiteiro para polvilhar
Modo de
fazer
1. Para o recheio,
misture a água com açúcar até obter ponto fio.
2. Com um garfo, misture a amêndoa, a canela e as gemas.
3. Junte a mistura de amêndoas à calda e mexa até engrossar.
4. Preaqueça o forno a 200 graus.
5. Estenda a massa folhada numa superfície polvilhada com farinha e corte retângulos.
6. Distribua o recheio e dobre em três partes até obter a forma de travesseiros
ou faça rolinhos.
7. Pressione as pontas e coloque num tabuleiro polvilhado com farinha.
8. Leve ao forno durante 25min.
9. Retire e polvilhe com açúcar.
2. Com um garfo, misture a amêndoa, a canela e as gemas.
3. Junte a mistura de amêndoas à calda e mexa até engrossar.
4. Preaqueça o forno a 200 graus.
5. Estenda a massa folhada numa superfície polvilhada com farinha e corte retângulos.
6. Distribua o recheio e dobre em três partes até obter a forma de travesseiros
ou faça rolinhos.
7. Pressione as pontas e coloque num tabuleiro polvilhado com farinha.
8. Leve ao forno durante 25min.
9. Retire e polvilhe com açúcar.
FREGUESIA DE SÃO GREGORIO
REGIÃO CENTRO
SUB REGIÃO OESTE
DISTRITO LEIRIA
CIDADE CALDAS
DA RAINHA
FREGUESIA SÃO GREGORIO
São Gregório é uma das 16 freguesias do município de Caldas da Rainha, ocupando uma área de 13.93 km2, o que corresponde a 5.45% do território do concelho.
De acordo com os últimos dados disponibilizados pelo INE-Instituto Nacional de Estatística, a freguesia de São Gregório é habitada por 955 pessoas (1.85% dos habitantes no concelho), das quais, 24.50% têm mais de 65 anos e 13.72% são crianças ou adolescentes.
Ainda em termos demográficos, constata-se que das 354 famílias residentes na freguesia de São Gregório, 19.49% são compostas por uma única pessoa, e que o peso dos agregados domésticos com quatro ou mais indivíduos é de 4.52%
Esta é uma das freguesias do Concelho das Caldas da Rainha cujas origens ainda são mal conhecidas, mas cujas lendas se entrecruzam com a história.
Em 1512, com 32 vizinhos, S. Gregório encontrava-se incluída no recenseamento da Vila de Óbidos. A transição para as Caldas deu-se a 7 de Setembro de 1895.
Os primeiros aglomerados habitacionais estarão associados ao sítios das “almuinhas” e “escombros”, cujo testemunhado parece ser transmitido pela presença de uma antiga igreja em honra de Nª. Sª. do Rosário que não terá sobrevivido ao terramoto de 1755, (sismo que também teve algumas repercussões na Região Oeste).
A freguesia é composta essencialmente por cinco lugares: S. Gregório, Fanadia, Casais da Boavista, Casais da Mata Velha e Casais da Paraventa.
O seu orago, São Gregório Magno, nasceu em Roma numa família da aristocracia tradicional romana. Chegou a ter uma carreira política que o levou ao cargo de Perfeito da Cidade e Papa de 590 a 604.
Dedicando-se à vida religiosa, como monge Beneditino, foi protector dos cantores e responsável pelo estilo de música conhecida como canto gregoriano.
Entre as gentes dedicadas e trabalhadoras desta terra fala-se de duas irmãs da Fanadia, a D. Rosalina e a D. Gertrudes Carlota, que ficaram célebres por exercerem a actividade de doceiras, em Lisboa, na corte do Rei D. Carlos. Com a crise e queda da Monarquia, em resultado do Regicídio de 1908 e da implantação da República a 5 de Outubro de 1910, estas senhoras voltaram à sua terra natal, tendo-se dedicado, na Cidade das Caldas da Rainha, junto ao Hospital Termal, à venda de cavacas e beijinhos.
A aldeia da Fanadia
da freguesia de São Gregório situa-se a 7 km das Caldas da Rainha, onde
pertence administrativamente. Teve e tem uma população com tradições e hábitos
próprios da sua vida de camponeses integrados numa zona de terra fértil do
litoral (está a 10 km da lagoa de Óbidos e Foz do Arelho), sofrendo as
influências dos veraneantes e utilizadores das suas águas termais. Foi
antigamente terra de azeite e cereais. Hoje é terra de fruta e de vinho.Do cortejo de
Oferendas à Senhora dá Misericórdia, dos Sírios à Santa Susana e à Senhora da
Nazaré, das festas em honra da Padroeira Santa Ana e do Mártir S. Sebastião
saíram os primeiros grupos organizados de cantares e dançares representando a
Fanadia. A primeira nota da existência de um rancho folclórico organizado na
Fanadia é de 1934, e em 1953 o Rancho participou no Festival Concelhio
organizado pela Câmara Municipal das Caldas da Rainha, obtendo um 1º e 2º
lugares.
Depois de 1934
chegaram a existir dois grupos folclóricos na aldeia havendo registos
fotográficos no seu museu etnográfico do seu percurso.
Renascido em Março
de 1984, pela iniciativa de Luísa Diogo e Sérgio Pereira, o Rancho faz um levantamento
etnográfico da zona, recolhe junto dos elementos mais antigos da terra as
letras e as músicas de muitas dessas danças e cantares, e apresenta-se em
Agosto do mesmo ano com o seu trabalho. Com simplicidade e alegria, tem
apresentado ao longo destes anos em vários pontos do país a música e a dança, o
sentimento e o amor, a tradição e o trabalho da nossa gente, tentando criar o
ambiente da magia rural das romarias, festas e fainas onde muitas vezes a
destreza e habilidade dos passos eram motivo de disputas e concursos.
Como freguesia de cariz rural, de terrenos acidentados, mas bastante férteis, é detentora de uma das maiores manchas florestais do concelho, onde as antigas culturas de linho, cevada, trigo, azeite e vinho deram lugar à fruticultura, com predomínio para o cultivo da macieira. Por se situar num planalto elevado com vistas de rara beleza, onde se encontra um dos pontos mais altos do Concelho, o “Cabeço do Seixo”, junto a um marco geodésico, tem inspirado e influenciado várias famílias a fixarem as suas residências por estas terras.
Nas actividades económicas, além da agricultura e pecuária, destacam-se a indústria de transformação da madeira, carpintaria, serralharia civil, comércio e prestação de serviços.
Para falar do lugar da Fanadia é necessário recuar no tempo, possivelmente até à fundação da nacionalidade, ou mesmo à época mourisca. Dizem as lendas que esta terra foi habitada por mouros e que mais tarde, a quando da reconquista cristã, uma moura se terá refugiado no local hoje denominado por “Fonte da Moira”. Da existência da moura ou não, deixamos para as histórias contadas à lareira nas noites de Inverno, onde os avós e pais, outrora deliciavam as crianças com estas narrativas de encantar (hoje substituídas por novelas televisivas ou jogos de computador).
A capela é dedicada a S. Sebastião, padroeiro dos animais e protector dos males da peste e da fome.
“As Ceifeiras da Fanadia”, Rancho Folclórico e Etnográfico, cuja fundação remonta a 1934, tem tido um papel fundamental, principalmente a partir da sua renovação em 1982 /1984, na recolha etnográfica com destaque para a música, como os “bailaricos, viras, verde gaios, corridinhos, valsas, reinadios, passecates, fadinhos, enleios e marchas”.
Como freguesia de cariz rural, de terrenos acidentados, mas bastante férteis, é detentora de uma das maiores manchas florestais do concelho, onde as antigas culturas de linho, cevada, trigo, azeite e vinho deram lugar à fruticultura, com predomínio para o cultivo da macieira. Por se situar num planalto elevado com vistas de rara beleza, onde se encontra um dos pontos mais altos do Concelho, o “Cabeço do Seixo”, junto a um marco geodésico, tem inspirado e influenciado várias famílias a fixarem as suas residências por estas terras.
Nas actividades económicas, além da agricultura e pecuária, destacam-se a indústria de transformação da madeira, carpintaria, serralharia civil, comércio e prestação de serviços.
Para falar do lugar da Fanadia é necessário recuar no tempo, possivelmente até à fundação da nacionalidade, ou mesmo à época mourisca. Dizem as lendas que esta terra foi habitada por mouros e que mais tarde, a quando da reconquista cristã, uma moura se terá refugiado no local hoje denominado por “Fonte da Moira”. Da existência da moura ou não, deixamos para as histórias contadas à lareira nas noites de Inverno, onde os avós e pais, outrora deliciavam as crianças com estas narrativas de encantar (hoje substituídas por novelas televisivas ou jogos de computador).
A capela é dedicada a S. Sebastião, padroeiro dos animais e protector dos males da peste e da fome.
“As Ceifeiras da Fanadia”, Rancho Folclórico e Etnográfico, cuja fundação remonta a 1934, tem tido um papel fundamental, principalmente a partir da sua renovação em 1982 /1984, na recolha etnográfica com destaque para a música, como os “bailaricos, viras, verde gaios, corridinhos, valsas, reinadios, passecates, fadinhos, enleios e marchas”.
O grupo
apresenta-se com trajes de recolha (alguns deles originais),
entre trajes de trabalho e domingueiros.
Em 2001, 2002,
2004, 2005, 2007, 2009 e 2011 participa respectivamente em Espanha,
Bélgica, Letónia, França, Dinamarca, Itália e Estónia, no Encontro Europeu de
Cultura Popular EUROPEADE e em 2006 com actuação no Canadá.
No dia 15 de Maio
de 2007 recebeu, da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, a medalha de mérito,
grau bronze.
Festas:
São Gregório : Padroeiro São Gregório - 2. ª Quinzena de Agosto.
São Gregório: Nossa Senhora da Conceição - 8 de Dezembro
Fanadia: São Sebastião - 20 de Janeiro
Fanadia: Santa Ana - 1.ª Quinzena de Agosto
São Gregório : Padroeiro São Gregório - 2. ª Quinzena de Agosto.
São Gregório: Nossa Senhora da Conceição - 8 de Dezembro
Fanadia: São Sebastião - 20 de Janeiro
Fanadia: Santa Ana - 1.ª Quinzena de Agosto
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Cozido a Portuguesa
Colectividades:
São Gregório Ginásio Clube
Grupo Desportivo da Fanadia
Rancho Folclórico e Etnográfico "As Ceifeiras" da Fanadia
São Gregório Ginásio Clube
Grupo Desportivo da Fanadia
Rancho Folclórico e Etnográfico "As Ceifeiras" da Fanadia
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